Já vai longe o tempo em que o Saci perdia tempo trançando crina de cavalo, fazendo as cozinheiras perderem o ponto do bolos e assustando os viajantes. Já passou a época em que ele ficava por aí assoviando, fumando cachimbo e colocando cinza em comida. Sim senhor. O mundo evoluiu e o Saci, esperto que é, acompanhou todas as mudanças.
Se você é psiquiatra, psicólogo, psicoterapeuta, apaixonado por essa área do conhecimento humano, ou se – no mínimo – conhece alguém que o seja, por favor, não leia essa crônica. Se você é conhecido de algum pai de santo, se faz despacho ou algo do gênero, eu peço, não leia esse texto.
A Ponte da autoconfiança
Depois de andar por algum tempo em total escuridão veio um sentimento estranho que me acompanhou por algum tempo, ele parecia-se comigo, mas era meio bipolar, em ...
A fuga das ideias
Eu sou uma pessoa estranha, imagino, ou pelo menos excêntrica. O que há pra saber é que eu organizo meus pensamentos em caixas, ou organizava, de uns ...
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O sol queimando a grama no jardim, as nuvens foram embora e o vento desistiu de soprar. Ele olha despreocupado o horizonte, nem uma viva alma se atreve a caminhar ...
Olhando fotos recentes e outras tiradas há um ano, mais ou menos, fiquei espantada ao ver a mudança em meu rosto. Não, eu não fui atropelada. Não, eu não fiz ...
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