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Contos/Crônicas

Conheça nossos contos e crônicas.

dezembro, 2012

  • 14 dezembro

    Escrever, por quê? Um texto sobre tempos bicudos

    Se existe uma expressão que me tem procurado várias vezes, desde que me propus a escrever, é o tal do porquê. Com frequência maior que o razoável, surgem-me questionamentos acerca dos motivos para se fazer ou não algo. São dúvidas que surgem em diferentes momentos, por variados motivos e, não …

junho, 2012

  • 15 junho

    As Crônicas do Último Cavaleiro – Capítulo 02

    Passava do meio dia quando os dois homens se aproximaram do abismo negro, o cenário a sua frente diminuiria a coragem de qualquer pessoa. Um imenso buraco no solo rochoso, no lado esquerdo picos escarpados se erguiam ameaçadores até se perderem na camada de nuvens que até onde o cavaleiro …

abril, 2012

  • 17 abril

    As Crônicas do Último Cavaleiro – Capítulo 01

    O cavaleiro avançou lentamente pela planície deserta, o silêncio quebrado apenas pela marcha do cavalo contra o chão rochoso e o tilintar da armadura sobre a capa desbotada cujo brasão a muito passara do ponto identificável, não que o homem sentado na cela realmente se importasse sendo ele o único …

  • 14 abril

    Terra de ninguém

    O coração do outro, disse-me uma amiga, é terra que ninguém pisa. E eu concordo. O que mais poderia fazer? Essa é, dentre as ideias com as quais me deparei recentemente, uma das mais inquestionáveis. O coração alheio é terra que nenhum olho humano vê e nenhum outro sentido alcança. …

dezembro, 2011

  • 10 dezembro

    Saci e os Tempos Modernos

    Já vai longe o tempo em que o Saci perdia tempo trançando crina de cavalo, fazendo as cozinheiras perderem o ponto do bolos e assustando os viajantes. Já passou a época em que ele ficava por aí assoviando, fumando cachimbo e colocando cinza em comida. Sim senhor. O mundo evoluiu e o Saci, esperto que é, acompanhou todas as mudanças.

  • 10 dezembro

    Eu e a Dona Expedita

    Se você é psiquiatra, psicólogo, psicoterapeuta, apaixonado por essa área do conhecimento humano, ou se - no mínimo - conhece alguém que o seja, por favor, não leia essa crônica. Se você é conhecido de algum pai de santo, se faz despacho ou algo do gênero, eu peço, não leia esse texto.