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Resenha | Marca da Escuridão, de Sylvia Day

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“Amaldiçoada por Deus, caçada por demônios, desejada por Caim e Abel…

Tudo isso em um dia normal de trabalho…

Anos atrás, Evangeline teve uma incrível noite de amor com um homem misterioso que ela nunca mais conseguiria esquecer. Mas aquele momento de prazer tornou-se um desastre de proporções bíblicas: ela recebera a Marca de Caim.

Empurrada para um mundo em que pecadores são marcados e transformados em assassinos de demônios, ela tem agora Caim como protetor e Abel como seu novo chefe, que também fica loucamente atraído por ela.

Eva torna-se então o novo e explosivo ponto de discórdia, no caso mais antigo de rivalidade entre irmãos…”

 

RESENHA

Imagina se você recebe a “marca de Caim”, para ser uma exterminadora de demônios e outras criaturas, e de quebra viver um triângulo amoroso, no caso aqui Eva, Caim e Abel.

E assim começa o novo livro de Sylvia Day, “Marca da Escuridão”, lançado pela Faro Editorial. Com muita ação romance, algumas cenas picantes e engraçadas, esse é o primeiro de uma trilogia.

Eva, é uma mulher normal, trabalhava como designer de interiores, bem sucedida, até receber a marca de Caim e estar fadada a matar demônios, vampiros, fadas, etc.

Eva era apaixonada por Caim desde os 18 anos, quando eles mantiveram relações sexuais pela primeira vez, ela achava o rapaz um encanto, diferente de todos os homens que conhecia, mas eles não tiveram final feliz naquele momento, se encontrando 10 anos depois.

Se você está achando familiar os nomes Caim e Abel, sim, são os mesmos da bíblia. Esse Caim é recrutado por Deus para matar alguns demônios, pra ver se ele quem sabe um dia, possa conseguir redenção por ter matado seu irmão, Abel. Deus, na sua infinita bondade, percebeu que seria muita coisa pra ele fazer sozinho, e então cria os marcados, humanos pecadores que são recrutados por Deus para ajudar Caim. Mas os marcados não podiam sair matando por aí, o lance foi tomando forma com o passar do tempo e eles tinham leis e só podiam atender ao chamado de Deus. Ao decorrer do tempo, marcados, com o tempo, passavam a ter “gifts”, liam mentes, enxergavam no escuro, moviam objetos.

Eu adoro triângulo amoroso, um sempre completa o outro e tal. Mas será que esse vai dar certo? O Caim era um amor, gentil e apaixonado, já Abel era frio mas tinha uma pegada forte com Eva, fazendo com que a moça perca a compostura. Enfim, oremos para que tudo dê certo no final.

A leitura é bem cativante, personagens carismáticos, as cenas de sexo não achei tão interessantes assim, mas quando eles estavam na pegação, era mais quente e muita mais instigante. A diagramação é ótima, letra de tamanho aceitável, acho que percebi apenas um erro de revisão, mas nada atrapalhou a experiência.

É a primeira vez que li Sylvia Day, a narrativa dela me envolveu de um jeito sensacional.

Sobre Monik Freitas

Amante da música, filme e boa cerveja. Ahh! Também amo livros, cerveja, séries, HQ´s, Robert Crumb e Milo Manara Formada em cinema, 32, mãe.

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  • Neli Rodrigues

    Gosto mto de Sylvia Day. Acho que esta série deve ser bem interessante. Ótima resenha. Bjs