A paisagem mudava rapidamente na janela do trem mas o ocupante da cabine doze pouco olhava para o lado, esse jovem na idade de quinze anos, alto e de cabelos negros remexia nas cartas amareladas e lia o conteúdo com os olhos bicolores azul e castanho, uma característica rara e que o incomodava regularmente.
Uma escola de detetives foi fundada pelo Doutor Watson e vem mantendo uma longa tradição de formar os melhores detetives do mundo. Assim tem início uma série fanfic inspirada no maior detetive de todos os tempos, conheçam a Academia Holmes.
Crie um universo no melhor estilo noir Howard Chaykin, com mistérios que seguem a linha de O Código Da Vinci, teoria de conspiração e sociedades secretas, e coloque em meio a essa história fantástica personagens bem estranhos. Aí você terá a série em quadrinhos Rex Mundi!
Já vai longe o tempo em que o Saci perdia tempo trançando crina de cavalo, fazendo as cozinheiras perderem o ponto do bolos e assustando os viajantes. Já passou a época em que ele ficava por aí assoviando, fumando cachimbo e colocando cinza em comida. Sim senhor. O mundo evoluiu e o Saci, esperto que é, acompanhou todas as mudanças.
Se você é psiquiatra, psicólogo, psicoterapeuta, apaixonado por essa área do conhecimento humano, ou se – no mínimo – conhece alguém que o seja, por favor, não leia essa crônica. Se você é conhecido de algum pai de santo, se faz despacho ou algo do gênero, eu peço, não leia esse texto.
Depois de andar por algum tempo em total escuridão veio um sentimento estranho que me acompanhou por algum tempo, ele parecia-se comigo, mas era meio bipolar, em algumas horas me estimulava a ir em frente, em outras choramingava que queria voltar, seu nome era Coraticum Fobia e por alguma razão estranha eu o seguia.
Eu sou uma pessoa estranha, imagino, ou pelo menos excêntrica. O que há pra saber é que eu organizo meus pensamentos em caixas, ou organizava, de uns tempos pra cá comecei a guardar tudo em armários de arquivo, fica bem mais fácil achar as coisas quando se precisa.
Em um pequeno vilarejo norueguês castigado por um inverno rigoroso mora Odd, um menino diferente dos demais. Órfão de pai e manco, tratado com indiferença pelos moradores – “Ele sorria até mesmo após o acidente que aleijara sua perna direita”, decide ir para uma cabana de lenhador na floresta para se afastar de tudo.
- O sol queimando a grama no jardim, as nuvens foram embora e o vento desistiu de soprar. Ele olha despreocupado o horizonte, nem uma
Olhando fotos recentes e outras tiradas há um ano, mais ou menos, fiquei espantada ao ver a mudança em meu rosto. Não, eu não fui atropelada. Não, eu não fiz nenhuma cirurgia estética. Nem peeling, nem botox. Nem nada disso. O que aconteceu comigo foi que eu Experimentei.
Preciso confessar uma fraqueza: não consigo viver se não for 100%. Não consigo estar só “de corpo presente” em nenhum lugar. Não entro em nenhum tipo de relacionamento – amizades inclusas – se for para ser pela metade. Não faço elogios falsos. Não gosto de gente morna.
Um suspiro, juras de amor e compreensão, naquela tarde de outono, em que as folhas caiam despindo as árvores sem pudor, em um parque escondido no centro da cidade. Escondido porque ninguém se lembrava de passar por lá…
